- Promover a arte musical em todos os sectores da sociedade;
- Aplicação dos ideais da UNESCO como a paz e amizade entre as pessoas, evolução das culturas e troca de experiências.
e os seus efeitos terapêuticos, com destaque para a vertente musical
sábado, 1 de outubro de 2011
Dia Mundial da Música - 1 de Outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Música y Alzheimer
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Bobby McFerrin’s “Don’t Worry, Be Happy”: A Neuropsychology Reading
sábado, 3 de setembro de 2011
Arte transformada em terapia
"Sabe o que é normal e anormal? Sabe onde está a fronteira entre os dois?". As questões são colocadas, ao JN, por João Silva, encenador do Grupo de Teatro Terapêutico do Júlio de Matos, logo à entrada da sala de ensaios, instalada no primeiro andar do pavilhão principal daquele hospital, na Avenida do Brasil, em Lisboa. Ali, encontram-se, três vezes por semana, cerca de 15 pacientes que, através da arte, mostram uma outra face do fantasma das doenças do foro psiquiátrico.
Cerca de 10 minutos depois, não é difícil perceber as várias psicoses ou fobias dos actores. Enquanto que uns interrompem frequentemente os colegas, outros refugiam-se num silêncio atroz, do qual teimam em sair.
"Sempre sonhei fazer teatro, porque sentia aquelas vozes na minha cabeça que me diziam que era este o meu caminho. Mas pensava que não tinha jeito", admite Miguel Carvalho, de 42 anos, um dos actores. Intimidado, nunca levanta os olhos do soalho de madeira. "Sabe o que disse a minha irmã quando me viu pela primeira vez a representar? Agarrou-se a mim a chorar. Foi bonito", lembra.
A maioria dos elementos entrou no grupo - criado em 1968 - aconselhada pelos médicos que a acompanha no Júlio de Matos. Há ainda os que, exteriores à instituição, souberam da existência daquele tipo de terapia complementar à medicação, mas à qual só acederam através de uma declaração do seu psicólogo.
Os encontros entre actores e encenador, mais do que de uma discussão de temas para as novas peças, convertem-se em tertúlias, onde o assunto principal da conversa é a doença que os une. Naquele grupo, onde a permanência dos pacientes é muito variável, a antiguidade é um posto. E António Santana é o elemento que há mais tempo encarna as personagens desenhadas por João Silva.
Em 1982, a representação surgiu como um corte radical com uma vida inteira de internamento no Júlio de Matos, que já foi considerado um dos maiores e melhores hospitais psiquiátricos em toda a Europa. "Estive 22 anos internado num pavilhão. Dependia de imensos medicamentos, babava-me e rastejava. A minha vida era miserável", conta António, o mais calmo dos actores.
Com chegada de mais um paciente à sala, o grupo alarga-se numa enorme roda, composta ainda por terapeutas da fala e psicólogos. A maior parte tem vergonha em admitir publicamente a doença. "Comigo não vai falar, está a perceber?", grita, para o JN, incessantemente, uma outra actriz. Acaba por se levantar e caminhar para um canto da sala. Dali fica a observar o restante grupo.
"Temos de ter sensatez ao lidar com estes actores. Poderemos levar um ano de ensaios. E há um relacionamento que é preciso ir cultivando", traduz João Silva.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O estudo da música desenvolve o raciocínio superior
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Especialistas começam a construir Casa de Sonhos para crianças autistas
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Expressive Therapies II
Spoken language has many limits when it comes to communicating the total range of human emotions and experience, and the psychological realization that diverse forms of symbolic expression fulfill basic human needs. Cathy Malchiody uses the term “Expressive therapies” to designate the use of all of the arts in therapy. She define the term as an attempt to build bridges among the modalities and to create a strong new professional area that could participate as a peer with the older and larger disciplines of psychiatry, psychology and social work.
The use of arts in healing has deep and lasting roots in human experience. The original expressive therapists were inspired by visions of what the arts and the creative spirit can bring to the mental health field. The practice of expressive therapies that first took place in mental hospitals and clinics has now expanded to schools, hospices, community centers, disaster relief programs, churches, prisons, courts, cultural institutions, the workplace, and every conceivable setting committed to responding to the creative needs for people. All of a person’s expressive faculties dramatically enacting a conflict can offer insights and solutions that cannot be accessed through more linear verbal discussions. Jung experienced how the process of creation, without reliance on verbal explanation, heals by generating life-enhancing energies that revitalize the soul.
While talk is still the traditional method of exchange in therapy and counseling, practiotioners of expressive therapies know that people also have different expressive styles, one individual may be more visual, another more tactile, and so forth. When therapists are able to include these various expressive capacities in their work with clients, they can more fully enhance each person’s abilities to communicate effectively and authentically. For a child who has limited language, or elderly person who has lost the ability to talk because of a stroke or dementia, or a trauma victim who may be unable to put ideas into speech, expression through art, music, movement or play can be ways to convey oneself without words and may be the primary form of communication in therapy.
The therapeutic use of art, play or sandtray can augment the productive use of imagination, helping the individual discover and develop corrective solutions leading to change, resolution and reparation.
Info at: Malchiodi, C. (2005). Expressive Therapies. New York, The Guilford Press
Image at: http://www.derby.ac.uk/images/dr_5e84a02384b965569a9d001059238aa2.jpg