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e os seus efeitos terapêuticos, com destaque para a vertente musical

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terça-feira, 12 de maio de 2015

Como a música pode melhorar a saúde

Usada como terapia, a música é capaz de melhorar a concentração, alterar o estado de espírito e ajudar a combater algumas doenças.

O Daily Mail reuniu alguns dos mais recentes estudos que comprovam o quão poderosa pode ser a música na saúde e na mente. Algumas melodias possuem efeitos mais notórios do que outros, mas a verdade é que a música é já usada como terapia no combate ou cura de determinadas doenças, especialmente psicológicas.

Em 2008, escreve a publicação, o Centro Médico da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, concluiu que a música, principalmente a clássica, consegue ajudar na redução da pressão sanguínea. Músicas agradáveis conseguem deixar o sangue mais fluído em 26%, enquanto sons relaxantes apenas o fazem em 11%.

Como a música pode melhorar a saúde

Mas se há músicas com efeitos benéficos, existem compositores capazes de autênticos milagres. Conta o Daily Mail que um estudo sueco de 2005 revelou que os pacientes operados a uma hérnia que ouviram música durante a cirurgia tiveram menos dores no pós-operatório. Mas Bach e Louis Armstrong conseguem resultados ainda mais notórios: uma investigação de 2011 indica que estes dois grandes nomes da música ajudam a que sejam dados menores doses de anestesia em determinadas cirurgias, incluindo a de colocação de próteses na anca.

Dois anos depois, um outro estudo relacionou a música com o combate à demência. Tese reforçada com uma investigação de 2013, que concluiu que os doentes com demência que ouviam música como forma de terapia tinham menos necessidade de tomar antidepressivos ou outro tipo de medicamentos.

O coração e a música são também dois bons aliados, como indica um estudo que revela que algumas canções “melhoram a variação dos batimentos cardíacos” e reduzem os riscos de ataque cardíaco. Além disso, um estudo da Western University, no Canadá, indica que a música é capaz de acelerar a recuperação de AVCs.

Há três anos, uma investigação publicada no Journal of Nursing Studies revela que as músicas relaxantes são a melhor forma de adormecer depressa e manter uma noite tranquila de sono.

Mas não é só ouvir música que faz bem. Conta o Daily Mail que cantar pode ajudar a combater a asma, uma vez que permite melhorar a respiração e aprender quais os limites de cada pessoa.

Fonte: Notícias ao minuto

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Capturing Grace: intersection between modern dancing and Parkinson's disease

"Capturing Grace is a story about two realms. One is occupied by some of the most acclaimed modern dancers in the world. The other is inhabited by a group of people with Parkinson's disease. This film is about what happens when those worlds intersect.
For me, it's also a personal story. I was diagnosed with Parkinson's eight years ago, the third member of my family to receive that news. A few years after my diagnosis, my colleagues at Kikim Media and I made a film about Parkinson's for the PBS Frontline series called My Father, My Brother and Me . It was during that production that I first learned about the Mark Morris Dance Group's unique partnership with people with Parkinson's from the Brooklyn Parkinson Group. Later, I did a short profile of the program for the PBS NewsHour, but I've always felt there was a deeper story to be told.
This is a film about rediscovery, the rediscovery of a lighter step and the sweetness of motion.  And it's a story about a remarkable community of dancers - some professional, some not - but all coming together to move in space...and in doing so, rediscovering grace.  And it is in that rediscovery that each becomes whole."
Dave Iverson, filmmaker and director