Um espaço para partilha de ideias relacionadas com as práticas artísticas
e os seus efeitos terapêuticos, com destaque para a vertente musical

segunda-feira, 21 de março de 2011

Expressive Therapies

The arts have consistently been part of life as well as healing throughout the history of humankind. There are numerous references within medicine, anthropology, and the arts to the earliest healing applications of expressive modalities. For example, the Egyptians are reported to have encouraged people with mental illness to engage in artistic activity; the Greeks used drama and music for its reparative properties; and the story of King Saul in the Bible describes music’s calms attributes. Later, in Europe during the Renaissance, English physician and writer Robert Burton theorized that imagination played a role in health and well-being, while Italian philosopher de Feltre proposed that dance and play were central to children’s healthy growth and development.

The creative arts therapies became more widely known during the 1930s and 1940s when psychotherapists and artists began to realize that self-expression through nonverbal methods such as painting, music making or movement might be helpful for people with severe mental illness.

Within the domain of expressive therapies exists a set of individual approaches, defined as follows:

  • Art therapy
  • Music therapy
  • Drama therapy
  • Dance/movement therapy
  • Poetry therapy
  • Play therapy
  • Sandplay therapy
  • Integrated arts approach or intermodal, that involves two or more expressive therapies to foster awareness, encourage emotional growth, and enhance relationships with others. Intermodal therapy distinguishes itself from its closely allied disciplines of these therapies by being grounded in the interrelatedness of the arts. It is based on a variety of orientations, including arts as therapy, art psychotherapy, and the use of arts for traditional healing (Knill, Barba & Fuchs, 1995, cit in Malchiodi, 2005).

Creativity in therapy has the potential to impact clients in memorable ways that traditional interventions do not. When therapists choose to use expressive therapies, they give theris clients the opportunity to become active participants in their own treatment and empower them to use imagination in productive and corrective ways. Whether through art, play, music, movement, enactment or creative writing, expressive therapies stimulate the senses, thereby “sensitizing” individuals to untapped aspects of themselves and thus, facilitating self-discovery.


From: Malchiodi, C. (2005). Expressive Therapies. New York, The Guilford Press


domingo, 6 de março de 2011

Fonomusicoterapia


"Entre o ruído e o silêncio nasce a música. Entre a música e a escola nasce aprendizagem. Entre a Música, Escola e a Fonoaudiologia nasce uma parceria de SUCESSO."
(Ricardo Victor, 2010)

No âmbito da comemoração do dia Europeu de Terapia da Fala (6 de Março) considerou-se interessante divulgar uma prática curiosa, até então pouco explorada, designada FONOMUSICOTERAPIA, a qual, como o nome indica, conjuga a MUSICOTERAPIA e a TERAPIA DA FALA (designada no Brasil por FONOAUDIOLOGIA). Julga-se necessário apresentar as definições de cada um destes conceitos:
  1. FONOAUDIOLOGIA (denominação brasileira) = TERAPIA DA FALA (den. portuguesa): É a ciência que estuda a comunicação humana, linguagem e fala, voz e audição, considerando os seus aspectos normais e patológicos abrangendo as vertentes estética, terapêutica-clínica e educacional.
  2. MUSICOTERAPIA: Consiste na utilização da música e seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta qualificado, com um paciente ou grupo, num processo para facilitar e promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objectivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.
  3. FONOMUSICOTERAPIA: Entende-se por "fonomusicoterapia" a intervenção através de músicas fonoterapêuticas com objetivos profiláticos e sistemáticos, visando a promoção da saúde da comunicalção, possibilitada com mais efectividade e principalmente de forma prazerosa (Victor, 2008).
Ricardo Victor Garcia de Carvalho, impulsionador da expressão "Fonomusicoterapia" é fonoaudiólogo, cantor, compositor, professor de música e define-se como uma pessoa apaixonada com a arte de ensinar através de músicas e brincadeiras. Tem vindo a desenvolver a fonomusicoterapia há 8 anos, procurando apresentar uma forma prazerosa de possibilitar a comunicação, visando a "interacção, intervenção e integração musical e comunicativa", tendo
escrito um livro didáctico denominado "Música e fonoaudiologia na escola", no qual consta um CD com várias músicas e as respectivas letras cifradas e que pretende possibilitar a educadores, professores, fonoaudiólogos e musicoterapeutas a realização de dinâmicas fonomusicoterapêuticas com recurso aos materiais facultados.


“Não é segredo que a música traz alegria e momentos de descontração para o mundo. Sabemos também que a música faz parte da educação e do contexto das escolas há muito tempo. O que proponho é um trabalho direccionado para o desenvolvimento da comunicação e a importância de valorizar o objectivo de cada música em todo seu contexto.”
(Ricardo Victor, 2008)


Informação acedida em:
http://blogs.abril.com.br/fonomusicoterapia/2009/10/fonoterapia-com-musica-musica-fonoaudiologia-parceria-sucesso.html
http://blogs.abril.com.br/fonomusicoterapia/2009/10/lei-musica-nas-escolas-nao-seria-melhor-musica-fonoaudiologia-na-escola-que-tio-ricardo-fonomusicoterapia.html

quarta-feira, 2 de março de 2011

Educação pela arte

Uma (educação artística) é a única que dá harmonia ao corpo e enobrece a alma (…). Devemos fazer Educação com base na arte logo desde muito cedo, porque ela pode operar na infância durante o sono da razão. E quando a razão surge, a arte terá preparado o caminho para ela. Então ela será bem-vinda, como um amigo cujas feições essenciais têm sido há muito familiares

Platão in Fedro


Desde os primórdios da Humanidade surgiu a necessidade de expressão através da arte. A arte rupestre, de que são exemplos as gravuras paleolíticas de Foz Coa, gravadas nas rochas há cerca de 30 000 anos, é um exemplo ilustrativo desse facto.

O Homem terá sentido a ânsia de comunicar através da arte. E não é só numa perspectiva filogenética que tal se verifica. Sabe-se que desde muito cedo a criança começa a expressar-se através de garatujas. Portanto, também duma perspectiva ontogenética essa necessidade se manifesta. Pode-se, pois, fazer um paralelismo entre a infância do criança e a infância da Humanidade, em relação às diversas formas de arte: expressão musical, expressão plástica, expressão pelo movimento, expressão dramática .

A Educação pela Arte é um conceito de educação baseado na filosofia da educação, na psicologia e na pedagogia e que tem como objectivo a formação integral do ser humano, opondo uma educação atomizada versus uma educação holística, em que o desenvolvimento da personalidade do indivíduo é o foco principal. Já na Grécia antiga, com uma concepção um pouco antropomórfica da cultura, Pitágoras terá preconizado este conceito de educação, enquanto Sócrates propunha uma formação através do autoconhecimento, tendo estas concepções sobre educação influenciado Platão, que dissertou sobre a necessidade de a educação ser feita com base na formação de uma pessoa encarada como um todo indissociável e evolutivo.

Não foi, porém, neste sentido, que ao longo da história da educação se caminhou, tendo-se pelo contrário acentuado cada vez mais um magistercentrismo que chegou aos nossos dias, com variantes mais ou menos graves da autoridade dos mestres sobre os educandos, dependendo os conceitos sobre educação das conjunturas sociopolíticas e económicas vigentes.

No séc. XX, Herbert Read, crítico inglês de arte, retoma a tese de Platão de que a arte deve ser a base de toda a Educação, fundamentando os seus estudos numa psicologia da criança e do adolescente e na filosofia da arte. Herbert Read é pois, o pai da Educação pela Arte Contemporânea. Em 1954, sob a sua influência, foi criada em Londres a INSEA (International Society for Education through Art) à qual Portugal desde logo aderiu.

Em 1956 nasce em Portugal a Associação Portuguesa de Educação pela Arte. O objectivo é o recurso às artes para se atingir uma formação global a nível afectivo, cognitivo, social e motor numa perspectiva de desenvolvimento de todas as áreas de expressão: musical, plástica, dramática, corporal, vocal… Em 1965, no Centro de Investigação Pedagógica da Fundação Gulbenkian, da qual seria mentor o pedopsiquiatra Arquimedes da Silva Santos, inicia-se uma experiência piloto de formação de professores de Educação pela Arte. Em 1971 é criado no Conservatório Nacional a Escola Superior de Educação pela Arte, curso esse que viria a terminar em 1981, restando a esperança de que tão rica experiência viesse a ter enquadramento nas futuras Escolas Superiores de Educação que se viriam criar nos anos oitenta. Na realidade tal não aconteceu. Criado em 1994, o Movimento Português de Intervenção Artística e Educação pela Arte, continua a lutar para que não morra a vontade de um dia ver acessível a todos uma pedagogia que almeja a formação integral do indivíduo, em que razão e estética se articulem, em que o indivíduo se sinta socialmente integrado, mas crítico, interventivo e criativo.

Consubstanciando, a finalidade platónica de juntar o Belo ao Bem.


Texto adaptado do artigo “Educação pela Arte”, de Vera Quintanilha, publicado na revista Educadores de Infância nº 39 referente a Setembro de 2008 (Editora Ediba).

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

II Encontro Internacional Saúde com Arte


A música e os seus componentes, os instrumentos e as suas formas e texturas, a dança em toda a sua amplitude e a pintura (entre outras) são para alem de manifestações artísticas, elos entre a alma e o corpo quando este já não responde ao que o mundo exige ou simplesmente quando a lotaria genética retira capacidade de enfrentar a sociedade. As terapias complementares oferecem a cada pessoa um caminho paralelo às demais intervenções, potenciando os objectivos previstos e maximizando resultados.

Nos dias 14 e 15 de Abril irá se realizar na Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP) em Pousos (Leiria) o II Encontro Internacional Saúde com Arte (EISA).

Este encontro tem como objectivos "(...) oferecer um espaço de reflexão e formação em torno do papel terapêutico que a Arte em geral, e a Música muito em particular, têm para o Ser Humano. Colocando a primeira infância e o ambiente hospitalar como eixos de intervenção prioritários, o encontro abre-se a outros públicos e contextos que resultam dos programas desenvolvidos pela SAMP, Sociedade Artística Musical dos Pousos. Deste modo, a terceira idade, a doença mental, a paralisia cerebral e o universo da população prisional integram também a paleta de interesses do encontro. A edição de 2011 irá dedicar especial cuidado à Musicoterapia em contexto escolar." in www.samp.pt

O EISA tem como destinatários educadores e professores de ensino especial, enfermeiros, assistentes sociais, animadores sócio-culturais, músicos, outros artistas, profissionais e estudantes com interesse no cruzamento entre a arte e a saúde.


Participantes e temáticas:

Diana Greenman – Music in Hospitals – London Hospital

Giancarlo de Aguiar – Filosofias holísticas de intervenção comunitária

Joana Pinto e Bela Belchior – “Amar os Sons” Um projecto nas unidades especializadas de apoio à multideficiência do Agrupamento de Escolas Dr. Correia Mateus

Manuel Carreira - Estudo no Serviço de Psiquiatria do Hospital de Santo André

Francisco Porro – De la Musicoterapia a la Educacion Musical

Helena Lima: Orquestra Geração: Uma Orquestra na Escola

Everton Dalmann - “A Expressão Musical como instrumento de Ensino/Aprendizagem, Promoção e Educação para a Saúde e Desenvolvimento de Competências”

Raquel Gomes e Helena Brites – Saúde com Arte SAMP – Um projecto para toda a comunidade

Francisca Pires: Sociedade Portuguesa de Arte Terapia

Anna Subirana – El poder terapeutico de la voz

Everton Dalmann - “Educando através da Música”

Francisco Porro - "Elementos de composición en la clase cooperativa musical para distintas capacidades"

Anna Subirana - "Per-sona. La voz terapeutica"

Para mais informações visite: www.samp.pt

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A música acalma o coração, ansiedade e dor

Utilizar a música como uma ferramenta terapêutica para restaurar, manter ou melhorar a saúde mental, física e emocional de uma pessoa, não é novidade nenhuma. Existe uma relação entre saúde e música, já diziam os povos antigos, prevendo o poder da música e efeitos sonoros sobre o comportamento e as emoções dos seres humanos.


Segundo relatórios da Harvard Medical School, a reprodução de música tem efeitos benéficos sobre a saúde do coração, sendo uma preciosa ferramenta contra a sensação de dor e ansiedade.
A universidade norte-americana desenvolveu recentemente estudos experimentais com pacientes que sofrem de problemas cardíacos. Os estudos revisados foram limitadas a um número pequeno de participantes, mas apesar disso, os resultados são encorajadores, dizem os especialistas. Apresenta-se em baixo um brevíssimo resumo de alguns desses estudos.

* Pressão arterial
Pacientes com problemas cardíacos de um hospital em Massachusetts foram submetidos à audição de música durante 30 minutos diários. Observou-se a redução do número de batimentos cardíacos por minuto e diminuição de manifestações de ansiedade, em comparação com aqueles que não experenciaram a audição de música.
Um hospital situado em Hong Kong tem prescrito a pessoas idosas uma actividade diária que envolve a audição de música durante 25 minutos, ao longo de 4 semanas. De acordo com os resultados, a pressão sanguínea sistólica (o fluxo sanguíneo nas artérias) e pressão diastólica (pressão exercida sobre as artérias entre cada pulso) têm diminuído.

* Circulação do sangue
Ouvir música alegre ou relaxante propiciou uma circulação sanguínea mais fluída entre os participantes saudáveis, afirma um estudo realizado pela Universidade de Baltimore.

* Ansiedade
Segundo um estudo realizado na Universidade de Wisconsin-Milwaukee, ouvir 20 minutos de música relaxante possibilitou o alívio de sensações de ansiedade entre as pessoas que tiveram um ataque cardíaco recente.

* Dor
Pacientes que após cirurgia cardíaca ouviam música, afirmam sentir menos dor e ansiedade em comparação com aqueles que apenas descansam, de acordo com um estudo realizado num hospital de Minneapolis.
Sabe-se que a música proporciona a libertação de endorfinas que têm um efeito calmante e analgésico sobre o nosso organismo.

Julgo não mentir quando digo que todos nós já tivémos oportunidade de sentir o seu efeito calmante. Toca a pôr na aparelhagem a banda sonora das vossas vidas, inspirar profundamente e tranquilizar corpo e quiçá, a alma. Decerto acordarão rejuvenescidos e de sorriso na face :)

Informação acedida em:




terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

4º ciclo de Seminários de Musicoterapia

Para os interessados, informo que está quase a começar o 4º Ciclo de Seminários de Musicoterapia, a decorrer de Março a Julho de 2011, na Sede da Associação Portuguesa de Musicoterapia, em Lisboa.

12 de Março - Musicoterapia nas Dificuldades de Aprendizagem
2 de Abril - Musicoterapia e as Perturbações do Comportamento na Adolescência
7 de Maio - Musicoterapia na Reabilitação Física
4 de Junho - Musicoterapia e Doença Mental Crónica
2 de Julho - Musicoterapia e Burn-Out em profissionais de ajuda

O ano passado tive a oportunidade de frequentar o seminário "Musicoterapia e Terapia da Fala" e testemunho que valeu a pena! :)

Aqui fica o contacto para inscrição ou esclarecimento de dúvidas:
apmt.musicoterapia@gmail.com

Como não é possível aumentar as imagens abaixo apresentadas, sugiro que quem estiver interessado me envie e-mail para que eu possa reencaminhar as informações que recebi.





domingo, 23 de janeiro de 2011

Musicoterapia na Perturbação do Espectro do Autismo

Há um corpo literário em crescimento relativamente ao uso da musicoterapia como um tratamento efectivo com pessoas portadores de perturbações da comunicação.
A musicoterapia constitui uma forma “aceitável de expressão de estados interiores, necessidades e sentimentos” (Bruscia, 1998), proporcionando a pessoas com dificuldades na fala a oportunidade de explorar os seus sentimentos e de os exteriorizar sem ter de os verbalizar, isto é, substituindo a necessidade de palavras.
A sua aplicação reveste-se de importância precisamente em situações nas quais a linguagem verbal não se utiliza, isto é, quando não é compreendida, ou é inexistente. A organização do material sonoro correlaciona-se com o processo de combinar letras para formar uma palavra referente a um determinado conceito, uma vez que os sons e ritmos dos instrumentos funcionam como as palavras e frases de uma linguagem não-verbal, facultando um meio de expressão ao indivíduo com Perturbação do Espectro do Autismo (PEA). A criação e organização de sons como ferramenta comunicativa implica, pois, a ordenação de partes que se integram para formar um todo significante.

Por outro lado, a música oferece um meio de comunicação mais facilmente compreendido e assimilado pelos indivíduos com PEA, comparativamente com outros meios mais tradicionais, como a fala, uma vez que oferece espaço, tempo e um meio de comunicação criativo e lúdico. Estudos relativos aos efeitos da música nas competências sociais em crianças com PEA, sugerem que a música lhes providencia o acesso a emoções e estados mentais que facultam a compreensão do outro.
Vários autores apontam as competências sociais adquiridas por indivíduos com PEA como indicadores da eficácia do processo em musicoterapia, nomeadamente a espontaneidade a nível expressivo, o desenvolvimento de capacidades comunicativas e surgimento de iniciativa em situações de interacção social.

A razão pela qual a Musicoterapia se revela eficaz no desenvolvimento de características comunicativas específicas (contacto ocular, atenção conjunta, turn-taking…) em crianças com PEA se relaciona com dois elementos que a caracterizam: as possibilidades de estabilidade (estrutura previsível) e flexibilidade (espontaneidade). A Musicoterapia é, pois, um meio ideal para a expressão destas crianças, que apresentam como característica dificuldades de aceitação e adaptação ao imprevisível na vida quotidiana, pelo facto de se basear em ambientes que a criança pode prever e controlar, verificando-se a concomitância de flexibilidade e criatividade num ambiente de trabalho estruturado.

O homem é uma criatura essencialmente comunicativa, sendo através da comunicação que a vida humana adquire significado. Sob este ponto de vista, e segundo alguns autores (Hamel, 2007; Aguiar & Nisenbaum, 1999; Lelis & Romera, 1997, entre outros) a musicoterapia deve, então, ser valorizada, considerando o contributo que esta pode dar ao indivíduo com distúrbios da comunicação e linguagem.

Faculta a transição do universo singular, privado, que caracteriza a PEA, para um universo pluridimensional, característico de um mundo social. Os recursos musicais, rítmicos e sonoros (sons definidos e indefinidos) vão de encontro à solução para o “isolamento social e (…) solidão em que o autista está aprisionado” (Aguiar & Ninsenbaum, 2000).

Bibliografia:
· Magee, W. L.; Brumfitt, S. M.; Freeman, M.; Davidson, J. W. (2006): The role of music therapy in an interdisciplinary approach to address functional communication in complex neuro-communication disorders: a case report. Disability and Rehabilitation, 28(19), 1221-1229
· Aguiar, R.; Ninsenbaum, E. (1999). Musicoterapia: superando fronteras. Rio de Janeiro: CC&P Editores
· Kim, J.; Wigram, T.; Gold, C. (2008): The effects of improvisational music therapy on joint attention behaviors in autistic children: a randomized controlled study. Journal of Autism and Development Disorders, vol. 38, 1758-1766
· Sousa, T. P. (2007). A musicoterapia como auxílio na comunicação de pessoas com deficiência mental. Goiânia: Escola de Música e Artes Cénicas da Universidade Federal de Goiás.
· Gomes, A. M.; Simões, A. (2007): A Música e a Criança com Distúrbios de Comunicação e Linguagem. Cadernos de Estudo. Porto: ESE de Paula Frassinetti. nº5, p.127-141
· Lelis, C.; Romera, M. L. (1997). Musicoterapia nas oficinas terapêuticas: trilhando e recriando horizontes. Revista Brasileira de Musicoterapia, nº3, p.41-49
· Hamel, N. (2007). Musicoterapia: a escuta terapêutica da linguagem musical. Revista Brasileira de Musicoterapia. Nº8, p.66-77

Imagens acedidas em:
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